"Viver e não ter a vergonha de ser feliz!! Cantar e cantar e cantar a beleza de ser um ETERNO APRENDIZ...”
sábado, 8 de outubro de 2011
As cores das flores
Uma criança cega precisa escrever uma redação sobre as cores das flores. O vídeo mostra o desafio do menino para conseguir cumprir a tarefa. A tradução para o português foi feita para o blog "Assim como Você", de Jairo Marques.
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
domingo, 2 de outubro de 2011
sexta-feira, 23 de setembro de 2011
Amigos loucos e sérios
Meus amigos são todos assim: metade loucura, outra metade santidade.
Escolho-os não pela pele, mas pela pupila, que tem que ter brilho questionador e tonalidade inquietante.Fico com aqueles que fazem de mim louco e santo.
Deles não quero resposta, quero meu avesso.
Que me tragam dúvidas e angústias e agüentem o que há de pior em mim.
Para isso, só sendo louco.Louco que senta e espera a chegada da lua cheia.
Quero-os santos, para que não duvidem das diferenças e peçam perdão pelas injustiças.
Escolho meus amigos pela cara lavada e pela alma exposta.
Não quero só o ombro ou o colo, quero também sua maior alegria.
Amigo que não ri junto, não sabe sofrer junto.
Meus amigos são todos assim: metade bobeira, metade seriedade.
Não quero risos previsíveis, nem choros piedosos.
Pena, não tenho nem de mim mesmo, e risada, só ofereço ao acaso.
Quero amigos sérios, daqueles que fazem da realidade sua fonte de aprendizagem, mas lutam para que a fantasia não desapareça.
Não quero amigos adultos, nem chatos.
Quero-os metade infância e outra metade velhice.
Crianças, para que não esqueçam o valor do vento no rosto, e velhos, para que nunca tenham pressa.
Tenho amigos para saber quem eu sou, pois vendo-os loucos e santos, bobos e sérios, crianças e velhos, nunca me esquecerei de que a normalidade é uma ilusão imbecil e estéril.
Marcos Lara Resende
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
Brincando com a criança autista
- Em todas as brincadeiras, os olhos do adulto deverão estar no mesmo nível do olhar da criança.
- “Vou pegar você” - brincar de “pegar”, fazer cócegas, abraçar. Repetir várias vezes e parar. Se a criança , de alguma forma, pedir que o adulto repita a brincadeira, o adulto deve repetir.
- Imitar a ação da criança , usando dois brinquedos iguais (carros, chocalhos, objetos que rolem) . No início, fazer o movimento ao mesmo tempo que a criança, depois em turnos.
- Soprar bolas de sabão
- Pião – demonstrar para a criança, repetir, parar, esperar que ela peça por mais. No início, aceitar qualquer tentativa de comunicação.
- Brinquedos com sons / luzes – deixar a criança explorar, depois brincar com ela, em turnos.
- Fantoches de animais – o adulto deve fazer uma voz diferente; imitar o som do animal; dizer o nome do animal. O fantoche beija a criança, abraça, se esconde, dá tchau, bate palmas.
- Músicas - aproveitar o interesse da criança e dançar com ela, segurando suas mãos, pulando, balançando, imitando os movimentos dela ( se a criança mais tarde imitar os seus, ótimo !).
- Bola – jogar ou rolar para a criança e ensiná-la a jogar/ rolar a bola de volta (talvez sejam necessários dois adultos) . Quando ela souber jogar para outra pessoa, jogar outros brinquedos, como carrinhos.
- Livro - mostrar figuras , apontando para a figura e para a criança, sucessivamente.
- Surpresa! – coloque vários objetos/ brinquedos num saco e ao retirá-los, exagere a surpresa. Quando a criança se interessar, ela e o adulto retiram em turnos.
- Surpresa! 2 - esconda objetos/brinquedos pela casa e procure-os com a criança. Quando encontrá-los, exagere a surpresa.
- Imitar a criança em brincadeiras menos óbvias ( aqui também são necessários dois objetos ) : falar ao telefone, colocar o boné, colocar um objeto na cabeça, pentear o cabelo, brincar de “comidinha”etc.
- Brincar com bonecos – dar comida, banho, pentear, colocar para dormir, sentar na cadeira, entrar na casa, sair etc.
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
HIPÓTESES DE ALFABETIZAÇÃO SEGUNDO EMILIA FERREIRO E ANA TEBEROSKY
Por acreditarem que a criança busca a aprendizagem na medida em que constrói o raciocínio lógico e que o processo evolutivo de aprender a ler e escrever passa por níveis de conceitualização que revelam as hipóteses a que chegou a criança, Emilia Ferreiro e Ana Teberosky definiram , em seu Psicogêne da Língua Escrita, cinco níveis:
• Nível 1: Hipótese Pré-Silábica;
• Nível 2: Intermediário I;
• Nível 3: Hipótese Silábica;
• Nível 4: Hipótese Silábico-Alfabética ou Intermediário II;
• Nível 5: Hipótese Alfabética.
A caracterização de cada nível não e determinante, podendo a criança estar em um nível ainda com características do nível anterior. Essas situações são mais freqüentes nos níveis Intermediários I e II, onde freqüentemente podemos nos deparar com contradições na conduta da criança e nos quais se percebe aa perda de estabilidade do nível anterior e a não estabilidade no nível seguinte, evidenciando o conflito cognitivo.
• Nível 1: Hipótese Pré-Silábica;
A criança:
- não estabelece vinculo entre fala e escrita;
- demonstra intenção de escrever através de traçado linear com formas diferentes;
- usa letras do próprio nome ou letras e números d\na mesma palavra;
- caracteriza uma palavra como letra inicial;
- tem leitura global, individual e instável do que escreve: só ela sabe o que quis escrever;
• Nível 2: Intermediário I;
A criança:
- começa ater consciência de que existe alguma relação entre pronuncia e a escrita;
- começa a desvincular a escrita das imagens e os números das letras;
- conserva as hipóteses da quantidade mínima e da variedade de caracteres.
• Nível 3: Hipótese Silábica;
A criança:
- já supõe que a escrita representa a fala;
- tenta fonetizar a escrita e dar valor sonoro às letras;
- já supõe que a menor unidade de língua seja a sílaba;
- em frases, pode escrever uma letra para cada palavra.
• Nível 4: Hipótese Silábico-Alfabética ou Intermediário II;
A criança:
- inicia a superação da hipótese silábica;
- compreende que a escrita representa o som da fala;
- passa a fazer uma leitura termo a termo; (não global)
- consegue combinar vogais e consoantes numa mesma palavra, numa tentativa de combinar sons, sem tornar, ainda, sua escrita socializável. Por exemplo, CAL para cavalo.
• Nível 5: Hipótese alfabética.
A criança:
- compreende que a escrita tem função social;
- compreende o modo de construção do código da escrita;
- omite letras quando mistura as hipóteses alfabética e silábica;
- não tem problemas de escrita no que se refere a conceito;
- não e ortográfica e nem léxica.
A alfabetização não é mais vista como sendo o ensino de um sistema gráfico que equivale a sons. Um aspecto que tem que ser considerado nessa nova perspectiva e que a relação da escrita com a oralidade não é uma relação de dependência da primeira com a segunda, mas e antes uma relação de interdependência, isto e, ambos os sistemas de representação influenciam-se igualmente.
Temos então que a concepção que em geral se faz a respeito da aquisição da linguagem escrita, corresponde a um modelo linear e “positivo” de desenvolvimento, segundo o qual a criança aprende a usar e decodificar símbolos gráficos que representam os sons da fala, saindo de um ponto ‘x’ e chegando a um ponto ‘y’.
O dia a dia apresentado pelos alunos que ingressam nas séries iniciais, mostra-se preocupante, considerando que a cada momento, o educador encontra-se diante de alguns obstáculos, principalmente quando se refere à leitura e suas interpretações.Essa dificuldade embora comuns, se difunde em outras, como interpretação de textos, ditado, cópia e etc..., o que numa linguagem atual se reporta às técnicas de redação. Entende-se que cada aluno apresenta sua dificuldade, alguns tem bloqueios para escrever, expressar suas emoções, falar etc. Nesse contexto, o professor precisa estar atento a essas dificuldades, a fim de criar mecanismo para seu enfrentamento, reconhecendo que na fase inicial, a criança absorve o que lhe é repassado e incorpora valores que no decorrer da vida escolar, se contemporizam com outros, podendo gerar conflito ou dificuldades.
• Nível 2: Intermediário I;
• Nível 3: Hipótese Silábica;
• Nível 4: Hipótese Silábico-Alfabética ou Intermediário II;
• Nível 5: Hipótese Alfabética.
A caracterização de cada nível não e determinante, podendo a criança estar em um nível ainda com características do nível anterior. Essas situações são mais freqüentes nos níveis Intermediários I e II, onde freqüentemente podemos nos deparar com contradições na conduta da criança e nos quais se percebe aa perda de estabilidade do nível anterior e a não estabilidade no nível seguinte, evidenciando o conflito cognitivo.
• Nível 1: Hipótese Pré-Silábica;
A criança:
- não estabelece vinculo entre fala e escrita;
- demonstra intenção de escrever através de traçado linear com formas diferentes;
- usa letras do próprio nome ou letras e números d\na mesma palavra;
- caracteriza uma palavra como letra inicial;
- tem leitura global, individual e instável do que escreve: só ela sabe o que quis escrever;
• Nível 2: Intermediário I;
A criança:
- começa ater consciência de que existe alguma relação entre pronuncia e a escrita;
- começa a desvincular a escrita das imagens e os números das letras;
- conserva as hipóteses da quantidade mínima e da variedade de caracteres.
• Nível 3: Hipótese Silábica;
A criança:
- já supõe que a escrita representa a fala;
- tenta fonetizar a escrita e dar valor sonoro às letras;
- já supõe que a menor unidade de língua seja a sílaba;
- em frases, pode escrever uma letra para cada palavra.
• Nível 4: Hipótese Silábico-Alfabética ou Intermediário II;
A criança:
- inicia a superação da hipótese silábica;
- compreende que a escrita representa o som da fala;
- passa a fazer uma leitura termo a termo; (não global)
- consegue combinar vogais e consoantes numa mesma palavra, numa tentativa de combinar sons, sem tornar, ainda, sua escrita socializável. Por exemplo, CAL para cavalo.
• Nível 5: Hipótese alfabética.
A criança:
- compreende que a escrita tem função social;
- compreende o modo de construção do código da escrita;
- omite letras quando mistura as hipóteses alfabética e silábica;
- não tem problemas de escrita no que se refere a conceito;
- não e ortográfica e nem léxica.
A alfabetização não é mais vista como sendo o ensino de um sistema gráfico que equivale a sons. Um aspecto que tem que ser considerado nessa nova perspectiva e que a relação da escrita com a oralidade não é uma relação de dependência da primeira com a segunda, mas e antes uma relação de interdependência, isto e, ambos os sistemas de representação influenciam-se igualmente.
Temos então que a concepção que em geral se faz a respeito da aquisição da linguagem escrita, corresponde a um modelo linear e “positivo” de desenvolvimento, segundo o qual a criança aprende a usar e decodificar símbolos gráficos que representam os sons da fala, saindo de um ponto ‘x’ e chegando a um ponto ‘y’.
O dia a dia apresentado pelos alunos que ingressam nas séries iniciais, mostra-se preocupante, considerando que a cada momento, o educador encontra-se diante de alguns obstáculos, principalmente quando se refere à leitura e suas interpretações.Essa dificuldade embora comuns, se difunde em outras, como interpretação de textos, ditado, cópia e etc..., o que numa linguagem atual se reporta às técnicas de redação. Entende-se que cada aluno apresenta sua dificuldade, alguns tem bloqueios para escrever, expressar suas emoções, falar etc. Nesse contexto, o professor precisa estar atento a essas dificuldades, a fim de criar mecanismo para seu enfrentamento, reconhecendo que na fase inicial, a criança absorve o que lhe é repassado e incorpora valores que no decorrer da vida escolar, se contemporizam com outros, podendo gerar conflito ou dificuldades.
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
As espigas
Um camponês seguia pelos campos com o filho para ver quando o milho ficaria maduro.
Papai, disse o menino, por que algumas espigas se inclinam tanto para o solo e outras se erguem tão para o céu?
Isso quer dizer que as que se elevam são as melhores e as que estão arriadas não prestam, não é mesmo?
O pai respondeu:
Veja, filho, estas espigas que modestamente se inclinam estão cheias de bons grãos.
As que estão orgulhosamente voltadas para o céu estão secas e não servem para nada.
As aparências podem nos enganar todos os dias, todas as horas.
É por isso que é fundamental conhecer melhor o outro.
Ele pode ser uma pessoa decisiva na sua vida se você parar de julgá-lo superficialmente.
Vá fundo!
E encare a aventura de desafiar as sensações negativas de uma primeira impressão.
Além das aparências pode estar escondida a mais bela alma do mundo.
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
AVALIAÇÃO DE CRIANÇAS ESPECIAIS
Olá eterno aprendiz!! Em primeiro momento ao lançarmos uma avaliação a qualquer aluno nosso, devemos primeiro avaliar nossas formas de avaliar.
Todas as crianças têm seus limites de aprendizagem, isso deve ser levado em consideração nas nossas práticas pedagógicas, na nossa rotina de sala de aula.Avaliar é uma tarefa complexa, e que não se restringe apenas à ação de dar provas e analisar quantitativamente resultados a cerca do aproveitamento escolar. Em uma avaliação, na realidade obtemos dois resultados:
- o rendimento dos nossos alunos, a assimilação da matéria dada, suas dificuldades e suas aptidões.
- o nosso desempenho, nossa prática docente enquanto professores.
Avaliar, requer conhecimento e domínio.
Dominar o conteúdo, conhecer cada aluno e o conjunto.
Conhecer cada aluno em suas singularidades, o que quer dizer, conhecer suas dificuldades em aprender, seus problemas que podem interferir diretamente na qualidade desse aprendizado, suas aptidões, para melhor adaptarmos nossa prática docente e conseqüentemente nossa forma de avaliar.
Educar, não é tão somente educar uma turma, é educar individualmente, uma vez que todos são capazes de aprender.
É a partir do entendimento de cada aluno como um todo, e não do todo como um aluno apenas que conseguiremos atingir nossos objetivos.
Cada aluno tem suas particularidades, e nesse contato que deve ser olho no olho, direto, que descobriremos a melhor forma de avaliar.
Acho importante ressaltar que cada um tem seu tempo, sua maturidade, seus limites, suas condições, mas podemos sim, despertar esse encantamento em nossos alunos, e mais que isso, levá-los a deslumbrante viagem ao conhecimento.
É possível, poderemos achar sempre um caminho, e diante de alunos especiais devemos conhecê-los bem e conhecer seus limites, uma vez que se desrespeitarmos essa fronteira, certamente só conseguiremos nossa frustração.
Não podemos cobrar além de suas capacidades, jamais! Devemos nos adaptar, trabalhar nosso conhecimento, vencer nossos pré-conceitos, e aceitar limites.
Cada aluno é um!
Conhecendo cada um em suas potencialidades e em suas dificuldades todo o nosso trabalho tornar-se-á muito mais fácil e fluirá sem cobrança.
Avaliar uma criança especial requer uma avaliação especial que caiba no seu desenvolvimento, que seja compatível com o que essa criança aprende, uma vez que para cumprirmos formalidades precisamos avaliar quantitativamente.
Devemos criar um quadro avaliativo, levando em conta toda a rotina escolar dessa criança e avaliar mínimos progressos, uma vez que são progressos.
Se a criança não se adequar, ou não for capaz de acompanhar a avaliação usualmente dada ao resto da turma, que troquemos sua forma de ser avaliada, que nos adeqüemos à forma diferente de aprender dessa criança, mas que avaliemos conscientemente de que cada progresso contribuirá por menor que seja para o crescimento intelectual e para a autonomia dessa criança.
E, nossa grande recompensa será um sorriso no rosto dessas crianças ao verem que são capazes.
Cada aluno é um!
Conhecendo cada um em suas potencialidades e em suas dificuldades todo o nosso trabalho tornar-se-á muito mais fácil e fluirá sem cobrança.
Avaliar uma criança especial requer uma avaliação especial que caiba no seu desenvolvimento, que seja compatível com o que essa criança aprende, uma vez que para cumprirmos formalidades precisamos avaliar quantitativamente.
Devemos criar um quadro avaliativo, levando em conta toda a rotina escolar dessa criança e avaliar mínimos progressos, uma vez que são progressos.
Se a criança não se adequar, ou não for capaz de acompanhar a avaliação usualmente dada ao resto da turma, que troquemos sua forma de ser avaliada, que nos adeqüemos à forma diferente de aprender dessa criança, mas que avaliemos conscientemente de que cada progresso contribuirá por menor que seja para o crescimento intelectual e para a autonomia dessa criança.
E, nossa grande recompensa será um sorriso no rosto dessas crianças ao verem que são capazes.
TERAPIA DO ELOGIO
Renomados terapeutas que trabalham com famílias, divulgaram uma recente pesquisa onde nota-se que os membros das famílias brasileiras estão cada vez mais frios: não existe mais carinho, não valorizam mais as qualidades, só se ouvem críticas.
As pessoas estão cada vez mais intolerantes e se desgastam valorizando os defeitos dos outros. Por isso, os relacionamentos de hoje não duram. A ausência de elogio está cada vez mais presente nas famílias de média e alta renda. Não vemos mais homens elogiando suas mulheres ou vice-versa, não vemos chefes elogiando o trabalho de seus subordinados, não vemos mais pais e filhos se elogiando; amigos, etc.
As pessoas estão cada vez mais intolerantes e se desgastam valorizando os defeitos dos outros. Por isso, os relacionamentos de hoje não duram. A ausência de elogio está cada vez mais presente nas famílias de média e alta renda. Não vemos mais homens elogiando suas mulheres ou vice-versa, não vemos chefes elogiando o trabalho de seus subordinados, não vemos mais pais e filhos se elogiando; amigos, etc.
Só vemos pessoas fúteis valorizando artistas, cantores, pessoas que usam a imagem para ganhar dinheiro e que, por conseqüência são pessoas que tem a obrigação de cuidar do corpo, do rosto.
Essa ausência de elogio tem afetado muito as famílias. A falta de diálogo em seus lares, o excesso de orgulho impede que as pessoas digam o que sentem e levam essa carência para dentro dos consultórios.
Acabam com seus casamentos, acabam procurando em outras pessoas o que não conseguem dentro de casa.
Vamos começar a valorizar nossas famílias, amigos, alunos, subordinados. Vamos elogiar o bom profissional, a boa atitude, a ética, a beleza de nossos parceiros ou nossas parceiras, o comportamento de nossos filhos.
Vamos observar o que as pessoas gostam. O bom profissional gosta de ser reconhecido, o bom filho gosta de ser reconhecido, o bom pai ou a boa mãe gostam de ser reconhecidos, o bom amigo quer se sentir querido, a boa dona de casa valorizada, a mulher que se cuida, o homem que se cuida, enfim vivemos numa sociedade em que um precisa do outro; é impossível um homem viver sozinho, e os elogios são a motivação na vida de qualquer pessoa. Quantas pessoas você poderá fazer feliz hoje elogiando de alguma forma?
Comece agora.
Você é uma pessoa maravilhosa!
Arthur Nogueira (Psicólogo)
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
O SÁBIO QUE SABIA QUASE TUDO
— Diga-me uma coisa, você conhece Botânica?
O barqueiro olhou para o sábio e respondeu:
— Não muito, senhor, não sei o que é isso.
— Você não sabe Botânica, a ciência que estuda as plantas? Que pena. Você
perdeu parte de sua vida.
— O barqueiro continuava remando. Em seguida, o sábio perguntou se ele conhecia
Astronomia. O coitado coçou a cabeça e disse:
— Não senhor, não sei o que é Astronomia?
— A Astronomia é a ciência que estuda os astros, o espaço, as estrelas —
explicou o sábio. — Que pena! Você perdeu parte de sua vida.
Assim foi perguntado o sábio a respeito de cada ciência: Física, Química,
Teologia. De nada o barqueiro sabia. E o sábio sempre terminava com seu refrão.
— Que pena, você
perdeu parte de sua vida.
De repente, o barco bateu contra uma pedra, partiu-se e começou a afundar.
O barqueiro perguntou ao sábio:
— O senhor sabe nadar?
— Não, não sei.
— Que pena! O senhor perdeu toda a sua vida.
Sabedoria Popular
terça-feira, 30 de agosto de 2011
Diferenças e Diferentes
Eterno aprendiz...
Sabemos que em cada fase de crescimento a criança aprende de uma maneira diferente. Mas, como entender como ela reage diante de novos conhecimentos?
Quais são as condutas que facilitam o aprendizado?
Não é tarefa fácil, quem trabalha com educação sabe que é preciso acompanhar as mudanças que acontecem com as crianças, porque a cada fase há “um jeito novo de ensinar e de aprender”.
E assim surgem novas teorias, métodos e experiências para ajudar as crianças num período tão importante que é o da Educação Infantil.
Num primeiro momento de transição entre a escola tradicional e o construtivismo a questão central passou a ser:
Como ensinar?
- A escola tradicional entra como transmissora do conhecimento adquirido.
E o aluno como receptor disso e devolvendo aquilo que lhe foi passado.
- Na escola construtivista o professor participa como mediador ou facilitador e o aluno tem o seu processo particular de aprendizagem.
- Na escola construtivista o professor participa como mediador ou facilitador e o aluno tem o seu processo particular de aprendizagem.
E aí vem a segunda questão:
O que ensinar?
- Numa postura tradicional tudo está apoiado no currículo.
- Numa postura construtivista deve-se planejar situações de aprendizagem significativas, que promovam conflitos cognitivos e avanços.
Avaliação:
- Numa postura tradicional existe um sistema de provas periódicas.
- Numa postura construtivista a avaliação é entendida como um processo contínuo.
Notamos que após esta avaliação, (independente da maneira como foi realizada), algumas crianças não apresentam avanços, algumas tem dificuldades específicas.
Ainda segundo os construtivistas: a avaliação tem caráter diagnóstico.
E o que isso quer dizer? Diagnosticar o que?
Como lidar com os diferentes em sala? Como lidar com as diferenças?
Será que o ponto está entre ser tradicional ou construtivista?
Será que quando um professor promove o intercâmbio entre os alunos e o trabalho de grupo ele de fato está promovendo avanços ou será que ele está transferindo sua autoridade para uma outra criança?
Será que quando a professora tradicional falava a palavra "proibida”: Está errado?? É muito diferente de um amigo do grupo de trabalho ficar dizendo, não é assim, é assim?
A adoção de máximas do construtivismo e sua apropriação numa atitude metodológica desviam a questão da dificuldade de aprendizagem. Quando os professores atuam utilizando as bases do construtivismo e tornando-o um método várias questões deixam de ser tratadas. Chegamos ao que temos observado freqüentemente hoje que é o “Construir tradicionalmente” e isso deve ser analisado.
Apresentando o Blog...
Escreveu Gonzaguinha: “Eu fico com a pureza das respostas das crianças: é a vida, é bonita e é bonita... Viver e não ter a vergonha de ser feliz... Cantar e cantar e cantar a beleza de ser um eterno aprendiz...”.
Isso mesmo! ETERNO(A) APRENDIZ!
Convido você, eterno(a) aprendiz, para adentrarmos na proposta deste blog, que é de viajar no mundo da imaginação. Com muitos textos, informações, histórias e diversos conteúdos!!
Participe ETERNO APRENDIZ, pois você é importante para que esse blog funcione cada dia melhor... E que você tenha a cada dia um gostinho de QUERO MAIS!
Até a próxima ETERNO APRENDIZ!
Assinar:
Postagens (Atom)







